CAIXA DE MÚSICA:

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MACONHA

Conhecida como marijuana, é obtida das folhas e flores secas da planta Cannabis sativa e apresenta cerca de 60 substâncias psicotrópicas, sendo a mais importante delas o tetrahidrocanabitol, o THC. Consumida na forma de cigarro, é a droga ilegal mais usada no mundo.

A pessoa adquire a droga na forma de "trouxinhas" onde a mesma se encontra prensada (como se fosse um tablete), sua coloração é esverdeada, e para se tornar possível o consumo, é preciso desmanchar o tablete para que fique como o fumo encontrado nos cigarros, na forma de folhas picadas, quando então é colocado no papel e enrolado para que o "baseado" (o nome do cigarro de maconha) possa ser fumado.

Uma consideração importante: O THC, só depois de 20, 25 e até 30 dias, é que é totalmente eliminado do corpo desde a última vez que foi consumido. Só a partir daí é que aparecem os sintomas da abstinência: irritabilidade, inquietação, angústia, tremores, alteração do sono e do apetite.

Efeitos:
O número de efeitos produzidos pelo consuma da maconha é grande. Aqui estão alguns deles: tremor corporal, vertigem, náuseas, vômitos, taquicardia, excitação psíquica, diarréia, alterações sensoriais, lentidão do raciocínio, oscilação involuntária dos olhos, zumbidos, desorientação, medo de morrer, depressão, alucinações, amnésia temporária, pânico, idéias paranóides...

O seu consumo afeta as condições psíquicas e físicas do indivíduo, produzindo desde leves intoxicações até reações violentas, um exemplo é o fato de o indivíduo apresentar-se mais nervoso. Ela provoca na mente um efeito psico-ativo (altera a mente), mas a intensidade desse resultado depende do comportamento do indivíduo perante a droga, ou seja, sua condição física e mental e a reação que a droga por si só pode provocar.

Está provado que a droga não aumenta a sensibilidade do tato, ouvidos e vista, como se pensava. Ao contrário, a maconha, provoca perda de memória, alteração da concepção de tempo. Diminui a atenção, reduz o tempo da reação, a capacidade de aprender, afeta a percepção e a coordenação dos movimentos.

Podem surgir sensações de euforia, relaxamento, alteração na identidade e acessos de riso. A maconha pode provocar reações violentas de pânico e ansiedade depois da fumada. Esses sintomas desaparecem depois de várias horas. Seu uso contínuo pode desenvolver uma tolerância e dependência psíquica.

Pesquisas científicas demonstram que ocorre diminuição das células reprodutoras de homens e mulheres, assim como diminuição da mobilidade; aparecimento de exemplares em formato anormal; trazendo, assim, dificuldades reprodutoras para o homem.

                                                      COCAÍNA

 

A cocaína é extraída da folha da coca. Ela age no sistema nervoso central, acelerando a atividade mental e produzindo estados excitação psíquica, e o usuário tem a sensação de que é forte, poderoso, invulnerável, influente, importante e que pode tudo. Depois de algum tempo de uso, começa a achar que está sendo perseguido e espionado.

Quando inalada ou injetada, provoca euforia, liberando neurotransmissores cerebrais que são substâncias responsáveis pela "comunicação" entre os neurônios. Normalmente o hormônio liberado por um neurônio leva a mensagem para a célula seguinte e depois retorna à célula de onde saiu mas, a cocaína agindo exatamente nesse ponto, bloqueia essa reabsorção causando o estado de excitação, euforia, etc. Um grande problema é que por causa disso há um desgaste excessivo das cargas de neurotransmissores que ao final do efeito, o indivíduo passa por uma depressão forte, fazendo com que o mesmo volte a usar.

A cocaína é responsável pelo nosso desequilíbrio estimulando o nosso centro de prazer. Sendo assim, a euforia vinda de seu uso, desaparece depois de aproximadamente 30 minutos (depende do usuário) ocasionando uma depressão tão profunda que pode durar até meses dependendo da quantidade que foi consumida e da quantidade de neurotransmissores que gastamos.

O efeito estimulante desta droga pode ser tão intenso para um indivíduo que o mesmo pode vir a morrer por ataques, hipertensão ou taquicardia ou ainda, por extrema depressão respiratória e coma. Um outro problema da cocaína é que muitas vezes o usuário precisa de uma droga depressora para por exemplo conseguir dormir, isto é, para voltar do efeito da mesma e com isso ele passa a fazer uso de várias drogas o que pode representar um problema ainda maior.

Dentre os problemas do uso a longo prazo está o derrame cerebral. As pessoas que vendem a droga para ser consumida, acabam por sua vez acrescentando outros materiais (pós brancos), para aumentar o peso. Muitas vezes, os produtos acrescentados à droga podem conter microorganismos também nocivos ao organismo, podendo acarretar uma infecção sanguínea ou pulmonar por exemplo.

O consumo crônico pode levar à necrose (morte dos tecidos) da mucosa nasal ou das veias, quando injetada, o que aumenta ainda mais o risco de overdose pois pode provocar uma parada cardíaca letal.

     CIGARRO

 

A nicotina, substância contida no fumo, é um estimulante do sistema nervoso central, no qual estreita os vasos sanguíneos, aumentando a pressão arterial podendo causar o infarto. O alcatrão se acumula nos pulmões e causa efisema. O cigarro é a maior causa de câncer no pulmão, podendo causar também a bronquite crônica, além de outras doenças tais como: as vasculares, úlceras do estômago e do duodeno, câncer de língua, de laringe, de estômago, do pâncreas e da bexiga. O câncer não surge apenas através do fumo do cigarro, mas do fumo de uma maneira geral. O fumo está relacionado diretamente ao câncer de mama, câncer de colo de útero e câncer cervical.

Já foi apontado como fator de risco de 24 doenças diferentes além de aumentar em 10 vezes a chance de ocorrer derrame cerebral e ser responsável por 75% dos casos de efisema e bronquite no mundo. A expectativa de vida de pessoas fumantes torna-se menor do que a daquelas que não fumam. A fumaça do tabaco possui, milhares de substâncias nocivas tais como o polônio, o arsênio, o níquel, o cádmio, o benzopireno. Só no papel do cigarro, são adicionados vários produtos químicos. E nos cigarros com baixos teores de alcatrão e nicotina, outras várias substâncias nocivas ao organismo.

A fumaça do cigarro leva aos pulmões, ainda: a amônia, benzeno, acetona, formol, entre outros. Durante a gravidez, pode facilitar a ocorrência de abortos, de crianças pré-maturas e de nati-mortas podendo pode fazer com que crianças venham a nascer com peso menor que a média normal ou nascer com anomalias. Nas fumantes, pode facilitar a ocorrência de osteoporose e o aparecimento precoce da menopausa. No homem, o fumo reduz a produção de testosterona.

As pessoas que não fumam, mas que convivem com aquelas que o fazem, passam a ser fumantes passivos, podendo sofrer distúrbios alérgicos, respiratórios e cardio-vasculares.

  ALCOOL

Aspectos gerais
Apesar do desconhecimento por parte da maioria das pessoas, o álcool também é considerado uma droga psicotrópica, pois ele atua no sistema nervoso central, provocando uma mudança no comportamento de quem o consome, além de ter potencial para desenvolver dependência. O álcool é uma das poucas drogas psicotrópicas que tem seu consumo admitido e até incentivado pela sociedade. Esse é um dos motivos pelo qual ele é encarado de forma diferenciada, quando comparado com as demais drogas. Apesar de sua ampla aceitação social, o consumo de bebidas alcoólicas, quando excessivo, passa a ser um problema. Além dos inúmeros acidentes de trânsito e da violência associada a episódios de embriaguez, o consumo de álcool a longo prazo, dependendo da dose, freqüência e circunstâncias, pode provocar um quadro de dependência conhecido como alcoolismo. Desta forma, o consumo inadequado do álcool é um importante problema de saúde pública, especialmente nas sociedades ocidentais, acarretando altos custos para sociedade e envolvendo questões, médicas, psicológicas, profissionais e familiares.

Efeitos agudos
A ingestão de álcool provoca diversos efeitos, que aparecem em duas fases distintas: uma estimulante e outra depressora. Nos primeiros momentos após a ingestão de álcool, podem aparecer os efeitos estimulantes como euforia, desinibição e loquacidade (maior facilidade para falar). Com o passar do tempo, começam a aparecer os efeitos depressores como falta de coordenação motora, descontrole e sono. Quando o consumo é muito exagerado, o efeito depressor fica exacerbado, podendo até mesmo provocar o estado de coma. Os efeitos do álcool variam de intensidade de acordo com as características pessoais. Por exemplo, uma pessoa acostumada a consumir bebidas alcoólicas sentirá os efeitos do álcool com menor intensidade, quando comparada com uma outra pessoa que não está acostumada a beber. Um outro exemplo está relacionado à estrutura física; uma pessoa com uma estrutura física de grande porte terá uma maior resistência aos efeitos do álcool. O consumo de bebidas alcoólicas também pode desencadear alguns efeitos desagradáveis, como enrubecimento da face, dor de cabeça e um mal-estar geral. Esses efeitos são mais intensos para algumas pessoas cujo organismo tem dificuldade de metabolizar o álcool. Os orientais, em geral, tem uma maior probabilidade de sentir esses efeitos.

                                       Álcool e Trânsito


A ingestão de álcool, mesmo em pequenas quantidades, diminui a coordenação motora e os reflexos, comprometendo a capacidade de dirigir veículos, ou operar outras máquinas. Pesquisas revelam que grande parte dos acidentes é provocada por motoristas que haviam bebido antes de dirigir. Neste sentido, segundo a legislação brasileira (Código Nacional de Trânsito, que passou a vigorar em janeiro de 1998) deverá ser penalizado todo o motorista que apresentar mais de 0,6 gramas de álcool por litro de sangue. A quantidade de álcool necessária para atingir essa concentração no sangue é equivalente a beber cerca de 600ml de cerveja (duas latas de cerveja ou três copos de chope), 200ml de vinho (duas taças) ou 80ml de destilados (duas doses).

                       Alcoolismo

Conforme já citado neste texto, a pessoa que consome bebidas alcoólicas de forma excessiva, ao longo do tempo, pode desenvolver dependência do álcool, condição esta conhecida como "alcoolismo". Os fatores que podem levar ao alcoolismo são variados, podendo ser de origem biológica, psicológica, sociocultural ou ainda ter a contribuição resultante de todos estes fatores. A dependência do álcool é uma condição freqüente, atingindo cerca de 5 a 10% da população adulta brasileira. A transição do beber moderado ao beber problemático ocorre de forma lenta, tendo uma interface que, em geral, leva vários anos. Alguns dos sinais do beber problemático são: desenvolvimento da tolerância, ou seja, a necessidade de beber cada vez maiores quantidades de álcool para obter os mesmos efeitos; o aumento da importância do álcool na vida da pessoa; a percepção do "grande desejo" de beber e da falta de controle em relação a quando parar; síndrome de abstinência (aparecimento de sintomas desagradáveis após ter ficado algumas horas sem beber) e o aumento da ingestão de álcool para aliviar a síndrome de abstinência. A síndrome de abstinência do álcool é um quadro que aparece pela redução ou parada brusca da ingestão de bebidas alcoólicas após um período de consumo crônico. A síndrome tem início 6-8 horas após a parada da ingestão de álcool, sendo caracterizada pelo tremor das mãos, acompanhado de distúrbios gastrointestinais, distúrbios de sono e um estado de inquietação geral (abstinência leve). Cerca de 5% dos que entram em abstinência leve evoluem para a síndrome de abstinência severa ou delirium tremens que, além da acentuação dos sinais e sintomas acima referidos, caracteriza-se por tremores generalizados, agitação intensa e desorientação no tempo e espaço.

               Efeitos no resto do corpo

Os indivíduos dependentes do álcool podem desenvolver várias doenças. As mais freqüentes são as doenças do fígado (esteatose hepática, hepatite alcoólica e cirrose). Também são freqüentes problemas do aparelho digestivo (gastrite, síndrome de má absorção e pancreatite), no sistema cardiovascular (hipertensão e problemas no coração). Também são freqüentes os casos de polineurite alcoólica, caracterizada por dor, formigamento e câimbras nos membros inferiores.

                  Durante a gravidez


O consumo de bebidas alcoólicas durante a gestação pode trazer conseqüências para o recém-nascido, sendo que, quanto maior o consumo, maior a chance de prejudicar o feto. Desta forma, é recomendável que toda gestante evite o consumo de bebidas alcoólicas, não só ao longo da gestação como também durante todo o período de amamentação, pois o álcool pode passar para o bebê através do leite materno. Cerca de um terço dos bebês de mães dependentes do álcool, que fizeram uso excessivo durante a gravidez, são afetados pela "Síndrome Fetal pelo Álcool". Os recém-nascidos apresentam sinais de irritação, mamam e dormem pouco, além de apresentarem tremores (sintomas que lembram a síndrome de abstinência). As crianças severamente afetadas e que conseguem sobreviver aos primeiros momentos de vida, podem apresentar problemas físicos e mentais que variam de intensidade de acordo com a gravidade do caso.

  HEROÍNA

heroina : Essa droga tem como base a morfina. O nosso organismo possui um atolerância maior a essa droga do que qualquer opiáceo (ópio, morfina, outros) e, portanto, é mais perigosa devido as misturas usadas na sua preparação.

É um depressivo cerebral, o qual pode tornar o usuário dependente após a segunda ou terceira dose. Imediatamente, após injetar a droga, o usuário se torna sonolento. A isto se dá o nome de "cabecear" ou "cabeceio". As pupilas ficam fortemente contraídas.

A Heroína causa inapetência, dependência física e psicológica. A reação inicial é de conforto. Esta sensação desaparece rapidamente, exigindo uma dose cada vez maior, gerando, assim, o processo de dependência.

A longo prazo causa bronquites, conjutivites e danos nos cromossomos. Seu usuário torna-se um "morto-vivo". Pode causar necrose (morte dos tecidos e das veias), delírios, coma e morte.

É muito difícil de ser diluída em água e por isso acaba por intupir as veias causando a flebite (inflamação dos vasos sanguíneos). Com as picadas frequentes torna-se cada vez mais difícil de se achar veias adequadas e por isso o viciado passa a injetar por exemplo nos pés, na jugular e etc. Causa tembém inflamação na válvulas cardíacas.

Com o uso continuado de heroína, o organismo deixa de produzir endorfinas e entra em colapso se a droga falta. O mais suave estímulo físico é sentido como dor; o estômago e o intestino entram em pane, causando dores abdominais, diarréia e vômito; o coração e a respiração ficam acelerados. Isso acontece porque o corpo passa a produzir noradrenalina em excesso. O organismo fica também incapaz de regular a temperatura e o viciado passa a suar muito e a sentir calafrios.

LSD

A dietilamida do ácido lisérgico (LSD) é a mais poderosa droga conhecida: menos de 30 gramas são suficientes para produzir mais de trezentas mil doses. Devido a essa potência, a dosagem de LSD é medida em microgramas

Era utilizada com o intuito de "aumentar o estado de consciência". É uma droga que provoca o funcionamento anormal das manifestações mentais, que distorcem a realidade e o estado de percepção, podendo provocar, assim, o aparecimento de estados psicóticos, depressão, pânico e alucinações, delírios, ilusões, chegando a provocar até suicídios.

Apenas uma pequena dose é capaz de proporcionar horas de alucinações. A droga interfere na ação da Serotonina, um neurotransmissor, por conter em sua composição uma substância que está presente também na Serotonina.

Efeitos:
Seus efeitos variam conforme a sensibilidade de quem o está consumindo e da quantidade. Dentre os efeitos físicos observados, podem ocorrer dilatação da pupila, transpiração excessiva, aumento da temperatura corpórea, e aumento dos batimentos cardíacos e podem também aparecer as náuseas e vômitos.

Existe um efeito do LSD no mínimo curioso: É a volta dos sintomas psíquicos (alucinações, delírios...) depois de algum tempo (meses e até anos) mesmo sem ter consumido a droga novamente.

No final da "viagem" vem a depressão, angústia e medo, e causa a dependência psíquica.

Reações apresentadas por viciados em L.S.D.:


• Sensação de perda do limite do próprio corpo e o espaço em seu redor;
• Sensação de que os odores podem ser tocados;
• Sensação de que os sons podem ser vistos;
• Sensação simultânea de alegria e tristeza;
• Sensação de que se pode voar;
• Sensação de pânico e grande vulnerabilidade;
• Tentativas de suicídio e surgimento de impulsos homicidas;
• Perda de controle sobre os pensamentos;
• Alucinações que surgem vários meses após o uso.

Dentre seus vários problemas causados podemos citar as variações nos cromossomos que por sua vez vêm a provocar variações no feto em desenvolvimento, nas mulheres grávidas viciadas.