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COMPORTAMENTO
Adolescência é uma atitude ou postura do ser
humano durante uma fase de seu desenvolvimento, que deve refletir as
expectativas da sociedade sobre as características deste grupo. A
adolescência, portanto, é um papel social.
Cada vez mais precocemente, crianças assumem o papel social
de adolescentes e cada vez mais precocemente, assumem o papel
social de adultos sendo o fruto da interferência do biológico
humano (puberdade) no papel social e no biológico humano numa
interferência do comportamento dos adultos em relação aos
adolescentes e à puberdade.
As expectativas e entusiasmos dos pais em ver seus filhos se
transformando em astros ou modelos de profissionais vencedores
resultam numa puberdade precoce da adolescência normal em
prejuízos vivenciais da pretendida glória dos filhos no
mundo dos adultos, onde há pais que querem filhos perfeitos;
esquecem-se de que foram crianças e adolescentes, que cometeram
erros próprios da infância, adolescência e juventude e continuam
a cometer erros ainda hoje. Os pais louvam com prêmios caros todas
os sucessos que os filhos conseguem e lamentem quando os objetivos não
são alcançados. O objetivo principal para a educação dos filhos
é bom lembrar que há muitos filhos bem formados e bem empregados
que tenham lares despedaçados e imundos. Um objetivo melhor seria de incentivar os filhos de usar
todas as suas capacidades .
Em todos os momentos os filhos precisam
de apoio, compreensão, diálogo e orientação justa e coerente.
“Qual de vocês, se seu filho pedir pão, lhe dará uma pedra? Ou
se pedir peixe, lhe dará uma cobra? (Mt 7.9,10).
aceita-se que participem plenamente
(ou quase) das liberdades sexuais do mundo moderno
A puberdade
feminina inicia-se, em geral, entre 11 e 14 anos, variando esse
período de pessoa para pessoa. Em geral, a puberdade tem inicio com
a primeira menstruação (menarca), que coincide com o surgimento de
uma série de transformações do corpo que já se vinham
manifestando na fase conhecida como pré-puberal
Geralmente a partir dos dez anos a menina cresce vários
centímetros em pouco tempo, sua cintura se afina, os quadris se
alargam, os seios começam a avolumar-se e surge uma leve pilosidade
no púbis e nas axilas.
Paralelamente, as glândulas sudoríparas se desenvolvem, tornando o
odor do corpo mais intenso e provocando maior sudorese nas axilas.
Essas mudanças, causam uma certa sensação de insegurança e
inquietação na menina, culminam com a primeira menstruação.
Durante os dois anos seguintes à primeira menstruação os ciclos
podem ser ainda irregulares, mais longos ou mais breves.
No menino, as
transformações começam um pouco mais tarde, por volta de 13 anos
e são muito mais demoradas que nas meninas. Os primeiros sinais
dessa transformação são, basicamente, o aumento no tamanho dos
órgãos genitais, o nascimento da barba e o aparecimento de pelos
na região pubiana, nas pernas, nos braços e no peito.
Esse crescimento dos pêlos depende da genética e varia muito de
pessoa para pessoa. Além disso, essas mudanças são acompanhadas
de modificação da voz, a qual fica mais grave. O esqueleto se
alonga, os músculos se enrijecem, o tronco e os ombros alargam e a
pele se torna muito mais gordurosa, o que favorece o aparecimento da
acne. É nessa época que os meninos já podem ter sua primeira
ejaculação.
Mas a puberdade, tanto no menino quanto na menina, não proporciona
apenas mudanças físicas mas, sobretudo, psicologicamente
Dos 12 aos 16 anos, o adolescente começa a
descobrir a sua própria identidade. Adquire uma consciência de si
mesmo e do sexo oposto. Tem noção das diferenças sociais. As
amizades são mais duradouras. Valorizam a lealdade e a
confiabilidade. Há um maior desenvolvimento da independência. Os
filhos desta idade precisam de estabilidade em seu lar e muita paciência
e compreensão por parte de seus pais.
A partir dos 17 anos, o jovem continua debaixo
do cuidado paternal, mas leva uma vida mais independente. Estes
podem ser anos de grande companheirismo com os pais ou, de maior
distanciamento. Os pais têm que saber "soltar as rédeas"
aos poucos e confiar na formação que deu a seus filhos durante os
anos anteriores. Esta etapa pode ser de profunda relação com o amor
mas, justamente por ser assim, deve ser orientada pelos pais.
É indispensável, nessa fase, haver uma boa
comunicação entre pais e filhos. É um tempo de idealismo, ilusões,
sonhos e fantasias. O jovem precisa de modelos dignos, e com alvos
definidos para a vida. É um tempo para fixar metas, estabelecer
relações e determinar o nível de compromisso onde irá
desenvolver sua vida:
Um bom pai sabe dar valor e apoiar seus filhos. No Salmo
127.3 lemos que “Os filhos são herança do amor, uma recompensa
que ele dá”. Qual é o homem que não dá grande valor a uma
herança? É vital para a saúde emocional dos filhos que o pai dê
valor ao que eles fazem. Aquele desenho que foi feito na escola, que
nem dá para reconhecer o que ali foi rabiscado é mostrado ao papai
para receber uma palavra de elogio; aquela nota no boletim que ficou
aquém do que se esperava, mas conseguida com empenho, foi trazida
ao pai para ser reconhecida. Na maioria das vezes a crítica sai rápida
e certeira da boca dos pais, mas o elogio é raro e superficial.
Há os pais que não estão
bem interessados nas capacidades que os filhos podem desenvolver ou
o que os filhos mesmos pensem de si ou mesmo o estado de suas almas
. Seja qual localidade que for, os filhos precisam
ser bem comportados pois contrariamente, os pais morrem de vergonha.
Boas maneiras devem ser incentivados para amar o próximo.
Nessa fase os
adolescentes costumam ansiar entusiasticamente por sensações novas,
chegando a fumar, tomar bebidas alcoólicas ou usar drogas, tudo isso
como forma de auto-afirmar uma certa independência. Ao disciplinar
os filhos é importante ter cuidado em não fazê-lo movido pela ira ou
frustração. O motivo pelo qual disciplinamos os filhos é o amor –
“... quem o ama não hesita em discipliná-lo” ; porque desejamos
vê-los ajustados a si mesmos, à família e à sociedade. A disciplina hoje educa o homem de amanhã.
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